Do barro é o blog do Curso de Cerâmica do Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, ministrado pelo Professor Cláudio Ely. Anelise Ferreira
sábado, 21 de novembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Parabéns a Turma Nóis na Sexta
Executado pela turma da cerâmica de sexta feira, o projeto integrante da Bienal B, da novas perspectivas não só pela capacidade de trabalho e realização do grupo mas também pela inédita utilização dos espaços do Centro Municipal de Cultura.
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Queima de placas
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Desfile contemporâneo
Residência da década de 60 é totalmente reformada para acolher projeto de loja de vestuário feminino
É às avessas a passarela criada pelo arquiteto Márcio Verza para esta loja de roupas feminina no bairro Moinhos de Vento. Centralizado com a porta instalada no grande aquário-vitrina, o trabalho no forro rebate as tábuas de madeira grápia do piso e é ladeado por forro de gesso branco, conduzindo os clientes pelas araras até o pátio de fundos.– Ponto importante neste trabalho foi o fato de a proprietária querer uma arquitetura marcante, sem medo de competir com o visual das roupas. Trouxe para a proposta materiais limpos, como concreto, madeira e vidro e trabalhei com um visual de caixa, mais quadrado – explica o profissional, que pesquisou em revistas alemãs e buscou inspiração em lojas nova-iorquinas para contrastar com as casas antigas da vizinhança.Residência de 1966, a construção está cem por cento remodelada, com as paredes retiradas – exceção concedida apenas para as divisórias estruturais. Na fachada, o arquiteto avançou 3m75cm e criou uma grande caixa de vidro com pé-direito duplo de 6m60cm, trabalhada como vitrina para quem passa pelas ruas da charmosa região.Quem desfila pela loja de 227 metros quadrados logo percebe o jogo de mesmos materiais alternados, explorados em diferentes momentos. Exemplo do ferro tubular da fachada aplicado nas araras de roupas e do concreto das paredes utilizado no balcão de atendimento. Também é valorizada a transparência nas extremidades do grande salão, sem barreiras visuais: da entrada é possível avistar o pátio externo. A proposta do projeto da arquiteta paisagista Léa Japur visa buscar identidade com o interior.Entre a linguagem contemporânea, móveis de linhas clássicas e étnicas demarcam pontos estratégicos. Da rádica e do tampo de mármore da mesa na entrada ao armário trazido da Indonésia e alocado entre os cabideiros – eleito por expor o mesmo tom do piso –, o arquiteto somou seu estilo às grifes vendidas no endereço:– Queria incluir no projeto uma característica minha, de mesclar elementos que dessem um choque nesta proposta clean.
- RENATA MAYNART - ZH - 08.09.2009
Residência da década de 60 é totalmente reformada para acolher projeto de loja de vestuário feminino
É às avessas a passarela criada pelo arquiteto Márcio Verza para esta loja de roupas feminina no bairro Moinhos de Vento. Centralizado com a porta instalada no grande aquário-vitrina, o trabalho no forro rebate as tábuas de madeira grápia do piso e é ladeado por forro de gesso branco, conduzindo os clientes pelas araras até o pátio de fundos.– Ponto importante neste trabalho foi o fato de a proprietária querer uma arquitetura marcante, sem medo de competir com o visual das roupas. Trouxe para a proposta materiais limpos, como concreto, madeira e vidro e trabalhei com um visual de caixa, mais quadrado – explica o profissional, que pesquisou em revistas alemãs e buscou inspiração em lojas nova-iorquinas para contrastar com as casas antigas da vizinhança.Residência de 1966, a construção está cem por cento remodelada, com as paredes retiradas – exceção concedida apenas para as divisórias estruturais. Na fachada, o arquiteto avançou 3m75cm e criou uma grande caixa de vidro com pé-direito duplo de 6m60cm, trabalhada como vitrina para quem passa pelas ruas da charmosa região.Quem desfila pela loja de 227 metros quadrados logo percebe o jogo de mesmos materiais alternados, explorados em diferentes momentos. Exemplo do ferro tubular da fachada aplicado nas araras de roupas e do concreto das paredes utilizado no balcão de atendimento. Também é valorizada a transparência nas extremidades do grande salão, sem barreiras visuais: da entrada é possível avistar o pátio externo. A proposta do projeto da arquiteta paisagista Léa Japur visa buscar identidade com o interior.Entre a linguagem contemporânea, móveis de linhas clássicas e étnicas demarcam pontos estratégicos. Da rádica e do tampo de mármore da mesa na entrada ao armário trazido da Indonésia e alocado entre os cabideiros – eleito por expor o mesmo tom do piso –, o arquiteto somou seu estilo às grifes vendidas no endereço:– Queria incluir no projeto uma característica minha, de mesclar elementos que dessem um choque nesta proposta clean.
- RENATA MAYNART - ZH - 08.09.2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
novas cores de engobes
novas cores de engobes
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Sapaticosdebarro.blogspot.com
Arte em argila....Sapaticos é uma linha de calçados infantis de cerâmica confeccionado pela Artesã e Psicóloga Maira Andrade (SP). Desenvolvemos, junto ao cliente, novos modelos e tamanhos. Os delicados calçados podem ser coloridos ou somente queimados. Sua porosidade, característica da queima em cerâmica, possibilita a absorção de essencias deixando-os com cheirinho de bebê.
Fonte: http://projetoartedemao.blogspot.com/
Cléa Espindola - Andanças
“Para cada caminhada, um calçado diferente. Para cada calçado, um par correspondente. Para cada par, quatro pés. Para quatro pés, duas vidas. Para cada vida, uma caminhada distinta ” .Na mostra “Andanças”, você esta convidado a sentar-se à beira do caminho e refletir para onde seus calçados querem te levar, afinal, cada destino, um fardo. Cada andança um calo. O universo do calçado tem muita coisa a falar sobre personas e destinos. Para cada um, um tipo. Basta saber interpretá-lo.
AndançasTécnica: Instalação (cerâmica) Dimensões: 6,71 m² Ano: 2006
Proposta : Consta de 60 sapatos nos tamanhos equivalentes a 22 cm cada um. Feitos em cerâmica, nas técnicas de engobe , vitrificada e com óxidos, queimados em forno elétrico na temperatura de 850° e 980°. Os sapatos serão colocados em cima de 2 (duas) folhas de eucatex , medindo cada uma: 1.22cm x 2. 75m = 6.71 m² , a uma altura de 12 cm do chão.
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
SANEAMENTO
Galeria do Dmae expõe obras de 124 ceramistas
O grupo Bando do Barro, formado por 124 ceramistas, mostra sua produção artística na galeria de arte e nos jardins do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), na rua 24 de Outubro, 200, bairro Moinhos de Vento. Em toda a história da Galeria de Arte, esta é a maior quantidade de artistas que expõem ao mesmo tempo. A mostra se chama "Ig", que na língua tupi-guarani significa água. A mostra pode ser visitada até 2 de setembro, de segunda a sexta, exceto feriados, das 8h às 17h30.
A maioria dos objetos cerâmicos estão expostos dentro da água (em sacos e aquários) e 15 fontes. O Bando do Barro propõe a mistura entre artistas recém-formados, artistas em formação, curiosos, artistas consagrados e professores da Ufrgs. Feevale e Ulbra, sempre estimulando as potencialidades criativas do universo cerâmico.
De acordo com a apresentação de Mairy Sarmanho, a água é o sangue da vida: "Nossos corpos são constituídos 70% de água e necessitamos cerca de 1,5 litro ao dia para sobreviver. Da mesma forma, os ceramistas necessitam da água para unir o pó da terra e transformar barro em arte." Para conhecer mais sobre o Bando de Barro, acesse os blogs www.bandodebarro.blogspot.com e www.bandodebarronodmae.blogspot.com.
O contato com a galeria do Dmae pode ser feito pelo fone 3289-9722 ou pelo e-mail galeriadearte@dmae.prefpoa.com.br.
O grupo Bando do Barro, formado por 124 ceramistas, mostra sua produção artística na galeria de arte e nos jardins do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), na rua 24 de Outubro, 200, bairro Moinhos de Vento. Em toda a história da Galeria de Arte, esta é a maior quantidade de artistas que expõem ao mesmo tempo. A mostra se chama "Ig", que na língua tupi-guarani significa água. A mostra pode ser visitada até 2 de setembro, de segunda a sexta, exceto feriados, das 8h às 17h30.
A maioria dos objetos cerâmicos estão expostos dentro da água (em sacos e aquários) e 15 fontes. O Bando do Barro propõe a mistura entre artistas recém-formados, artistas em formação, curiosos, artistas consagrados e professores da Ufrgs. Feevale e Ulbra, sempre estimulando as potencialidades criativas do universo cerâmico.
De acordo com a apresentação de Mairy Sarmanho, a água é o sangue da vida: "Nossos corpos são constituídos 70% de água e necessitamos cerca de 1,5 litro ao dia para sobreviver. Da mesma forma, os ceramistas necessitam da água para unir o pó da terra e transformar barro em arte." Para conhecer mais sobre o Bando de Barro, acesse os blogs www.bandodebarro.blogspot.com e www.bandodebarronodmae.blogspot.com.
O contato com a galeria do Dmae pode ser feito pelo fone 3289-9722 ou pelo e-mail galeriadearte@dmae.prefpoa.com.br.
FONTE: desconhecida
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